Aline's posts with tag: poesias
|  | Pictures of the Imbolc ceremony, Feb 2nd 2008- São Paulo Brazil Druidic Groups: Nemeton Tabebuya - Caer Piratininga- Nemeton Terras de Pitanga and guests
This Feast is known by many names to many people, for the Truth is reflected from many mirrors. It has been celebrated as Februa and Candlemas. Our ancestors called it by names long forgotten, and our children will call it by names as yet unconceived. This Feast of Imbolc is sacred to the Lady, the child-woman, the virgin who is known as Brighid and Athena and Britomartis and names without number. She it was who brought forth the Child of Light out of the Darkness in the darkest of the Dark Days. She it is who has nurtured the Child and now brings him forth as the new hope. She it is who has prepared the sleeping Earth to bring forth her bounty in the Summer which even here has its first beginnings.
Imbolc is the time of the hearth fire, and the thawing and stirring of Earth’s waters. We make offerings to Brighid, and to Angus Og.
Brighid, Goddess of Poetry, Fill our minds with Life and Light, And bring new Meaning to this Night.
Brighid, Goddess of the Hearth-fire, Fill our hearts with hearth-fire bright, And bring new Power to this Night.
Brighid, Goddess of Healing, Put all illness now to flight, And bring new Wholeness to this Night.
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 | Desertos | Dec 27, '07 7:57 AM for everyone |
Deserto é um silêncio que se estende Por anos-luz à minha frente Deserto é tua ausência em meu peito Buraco imenso na eternidade Falta brilho nas estrelas Faltam verões para onde eu possa migrar Falta perfume na rosa E amor nos olhos das pessoas. Deseto é nunca mais te ver. É não ser cúmplice dos seus sonhos De teu prazer e de teus pecados Deserto é o delírio (onde te vejo) Solitária, senhor do tempo. Do teu olhar, por vezes, infantilmente doce Tu és minha fome e o saciar da fome. Conheces o caminho do coração Que és meu Oásis e pra lá do deserto...O PARAÍSO... Aline Martins
Cativa-me Quando deita seus olhos nos meus E me devolve a paz. E me faz sonhar Com como o coro dos pássaros livres a voar Que entoa uma sublime canção e traz O brilho das estrelas para o meu olhar. Cativa-me Quando toca sua mão na minha Suavemente E toda dor da minha alma Desaparece . E todo pranto derramado É pelo vento do esquecimento carregado Como se nunca tivesse existido.
Cativa-me Quando na doçura de suas palavras Me envolvo. Contemplo a intensidade desse falar E entre o céu e o chão Me perco e me encontro. Rendo-me ao seu irresistível abraço Prendo-me em seu forte laço E como não há mais saída, Entrego-me a esse mistério que é amar.
 Se choras, minhas lágrimas que vertem, se te alegras, eu me encho de euforia, o meu compasso segue a sinfonia, e o meu rumo, os teus passos é que tecem. Meus anseios também já te obedecem, não por obrigação, nem tirania, é a pureza do amor, uma magia, almas em comunhão amando crescem. Não chore amor, meu grito de chamado já sai desesperado de saudade, um vicio por querer-te do meu lado. Esse teu jeito, tua suavidade, me faz te cobiçar mesmo que amedrontado, com a alma conquistada de verdade.
 Ouves as cordas a vibrar? É o som do coração De alguém que ama e não para de esperar os segundos que faltam pra te beijar Ouves este som maravilhoso? Creia, sou eu a sonhar Segure em tua mão, a harpa da nossa vida As cordas estão vibrando com uma paixão, é o amar Se o som tivesse cheiro, era o cheiro do amor Perfume de rosa, de ti desprendido Deste jardim da vida, onde tu és mais bela flor Não negues que me amas, vejo no olhar Na ternura de tuas mãos No teu corpo e teus vãos, no som da harpa a tocar Doçura, é estar abraçado, em teus ardentes beijos Escutando a harpa e tua poesia ao luar O dia terá mais luz, não quero ve-lo acabar (em desejos) Escuta as cordas a vibrar, corpo a balançar no vai e vem Como a abelha e a flor, sugando o mel que o jardim tem.
O que me fazes sofrer tuas palavras sem som  Não saem da garganta, saem do coração Meus pensamentos fecham meus olhos, dão-me dor Sinto a revolta da hipocrisia, vai-se o amor Tempestade de consciência, ver a fome passar Sentimentos confusos, ver a fome rezar Quando deveriam enfrentar a crueldade Dar as mãos, cavar, cavar e semear Sim, semear pão e plantar amor Enfrentar o egoísmo e acabar com a dor Dizer aos ventos da mentira que teima em a verdade destruir Tu, egoísmo, vai trabalhar! Deixa o amor entrar e a verdade surgir Não deixe nos escombros uma vida Nem a alegria de viver perdida Deixa sair em voz alta, o que tem no pensamento Grita e diz, a vida sem amor é tormento Se tiver coragem receba meu beijo Ver a humanidade numa roda abraçada de amor Será sempre meu maior desejo Falando do coração bastaria que todos tivessem ar puro, água fresca E pão, muito pão E nunca mais sofreriamos dos gritos sem som e pergunto, Já ouviu um grito voando perdido?
|  | Retiro Druidico do Nemeton dos Druidas Famintos do ÉÉÉ....rsssss foi um feriado fantástico, cheio de amigos, MUITA risada, uma celebração maravilhosa e muiiiitas piadas internas! |
 | Casinha | Nov 9, '07 7:44 PM for everyone |
Nossa casinha terá uma porta e duas janelas,Telhado de telhas vermelhas, quais aquarelasColoridassombreando no chão pavimentado,Que terá azulejos a toda a largura, quadradoRefletido na mesa, quando o sol enfim vierNa manhã esperada para que possamos verA fruta no cesto, reluzindo sobre certo móvel,Que colocaremos em nosso lindo imóvel.Terá cadeiras de madeira, urdidas à mão,Onde a família se reunirá para falar destas coisasDa vida, escutando a voz serena do coração.Do lado de fora, de fronte à varanda, plantaremos um belo jardim,Com árvores frondosas, encimadas por flores,Que nós plantaremos a nosso gosto aqui e ali.***(Bom, isso é magia, alguns chamam de poesia!)***
Hoje sou de novo poeta, Canto aos quatro ventosOs meus verbos enversados,De saudade, de calor...Hoje neste monteVejo a planície deserta, Que preencho com palavrasQue crescem com as chuvasDa minha elegância...Hoje sou infância, Que deseja o futuroE não teme a idade, Ofereço inocência...Hoje sou demência, Que treslouca a paixão, Sou gente, sou tua...Hoje sou tinta, Que corre nas veias,Em enleadas teiasDe vida em ampulheta...Hoje sou poeta, hoje sou.
Estende-se nos meus pensamentosUma manta de retalhos colorida.Vejo-a. Gravada em pedaços de vida,Um todo feito de momentos.Se é rosto é beleza inocente.Se é corpo é luxúria, tentação.Se tenho sede é uma nascente,Se tenho fome é pão.Devolve-me uma ágil fluênciaSe a folha quer ficar vazia.É uma musa de emergência.Chega de noite, chega de dia,Ela é quem marca a cadência.Se não vem…falta a poesia.
JARDINS Um amigo me disse que o poeta Mallarmé tinha o sonho de escrever um poema de uma palavra só. Ele buscava uma única palavra que contivesse o mundo. T.S. Eliot no seu poema O Rochedo tem um verso que diz que temos "conhecimento de palavras e ignorância da Palavra". A poesia é uma busca da Palavra essencial, a mais profunda, aquela da qual nasce o universo. Eu acho que Deus, ao criar o universo, pensava numa única palavra: Jardim! Jardim é a imagem de beleza, harmonia, amor, felicidade. Se me fosse dado dizer uma última palavra, uma única palavra, Jardim seria a palavra que eu diria." Depois de uma longa espera consegui, finalmente, plantar o meu jardim. Tive de esperar muito tempo porque jardins precisam de terra para existir. Mas a terra eu não tinha. De meu, eu só tinha o sonho. Sei que é nos sonhos que os jardins existem, antes de existirem do lado de fora. Um jardim é um sonho que virou realidade, revelação de nossa verdade interior escondida, a alma nua se oferecendo ao deleite dos outros, sem vergonha alguma... Mas os sonhos, sendo coisas belas, são coisas fracas. Sozinhos, eles nada podem fazer: pássaros sem asas... São como as canções, que nada são até que alguém as cante; como as sementes, dentro dos pacotinhos, à espera de alguém que as liberte e as plante na terra. Os sonhos viviam dentro de mim. Eram posse minha. Mas a terra não me pertencia. O terreno ficava ao lado da minha casa, apertada, sem espaço, entre muros. Era baldio, cheio de lixo, mato, espinhos, garrafas quebradas, latas enferrujadas, lugar onde moravam assustadoras ratazanas que, vez por outra, nos visitavam. Quando o sonho apertava eu encostava a escada no muro e ficava espiando. Eu não acreditava que meu sonho pudesse ser realizado. E até andei procurando uma outra casa para onde me mudar, pois constava que outros tinham planos diferentes para aquele terreno onde viviam os meus sonhos. E se o sonho dos outros se realizasse, eu ficaria como pássaro engaiolado, espremido entre dois muros, condenado à infelicidade. Mas um dia o inesperado aconteceu. O terreno ficou meu. O meu sonho fez amor com a terra e o jardim nasceu. Não chamei paisagista. Paisagistas são especialistas em jardins bonitos. Mas não era isto que eu queria. Queria um jardim que falasse. Pois você não sabe que os jardins falam? Quem diz isto é o Guimarães Rosa: "São muitos e milhões de jardins, e todos os jardins se falam. Os pássaros dos ventos do céu - constantes trazem recados. Você ainda não sabe. Sempre à beira do mais belo. Este é o Jardim da Evanira. Pode haver, no mesmo agora, outro, um grande jardim com meninas. Onde uma Meninazinha, banguelinha, brinca de se fazer Fada... Um dia você terá saudades... Vocês, então, saberão..." É preciso ter saudades para saber. Somente quem tem saudades entende os recados dos jardins. Não chamei um paisagista porque, por competente que fosse, ele não podia ouvir os recados que eu ouvia. As saudades dele não eram as saudades minhas. Até que ele poderia fazer um jardim mais bonito que o meu. Paisagistas são especialistas em estética: tomam as cores e as formas e constróem cenários com as plantas no espaço exterior. A natureza revela então a sua exuberância num desperdício que transborda em variações que não se esgotam nunca, em perfumes que penetram o corpo por canais invisíveis, em ruídos de fontes ou folhas... O jardim é um agrado no corpo. Nele a natureza se revela amante... E como é bom! Mas não era bem isto que eu queria. Queria o jardim dos meus sonhos, aquele que existia dentro de mim como saudade. O que eu buscava não era a estética dos espaços de fora; era a poética dos espaços de dentro. Eu queria fazer ressuscitar o encanto de jardins passados, de felicidades perdidas, de alegrias já idas. Em busca do tempo perdido... Uma pessoa, comentando este meu jeito de ser, escreveu: "Coitado do Rubem! Ficou melancólico. Dele não mais se pode esperar coisa alguma..." Não entendeu. Pois melancolia é justamente o oposto: ficar chorando as alegrias perdidas, num luto permanente, sem a esperança de que elas possam ser de novo criadas. Aceitar como palavra final o veredicto da realidade, do terreno baldio, do deserto. Saudade é a dor que se sente quando se percebe a distância que existe entre o sonho e a realidade. Mais do que isto: é compreender que a felicidade só voltará quando a realidade for transformada pelo sonho, quando o sonho se transformar em realidade. Entendem agora por que um paisagista seria inútil? Para fazer o meu jardim ele teria que ser capaz de sonhar os meus sonhos... Sonho com um jardim. Todos sonham com um jardim. Em cada corpo, um Paraíso que espera... Nada me horroriza mais que os filmes de ficção científica onde a vida acontece em meio aos metais, à eletrônica, nas naves espaciais que navegam pelos espaços siderais vazios... E fico a me perguntar sobre a perturbação que levou aqueles homens a abandonar as florestas, as fontes, os campos, as praias, as montanhas... Com certeza um demônio qualquer fez com que se esquecessem dos sonhos fundamentais da humanidade. Com certeza seu mundo interior ficou também metálico, eletrônico, sideral e vazio... E com isto, a esperança do Paraíso se perdeu. Pois, como o disse o místico medieval Angelus Silésius: Se, no teu centro um Paraíso não puderes encontrar, não existe chance alguma de, algum dia, nele entrar. Este pequeno poema de Cecília Meireles me encanta, é o resumo de uma cosmologia, uma teologia condensada, a revelação do nosso lugar e do nosso destino: "No mistério do Sem-Fim, equilibra-se um planeta. E, no planeta, um jardim, e, no jardim, um canteiro: no canteiro, uma violeta, e, sobre ela, o dia inteiro, entre o planeta e o Sem-Fim, a asa de uma borboleta." Metáfora: somos a borboleta. Nosso mundo, destino, um jardim. Resumo de uma utopia. Programa para uma política. Pois política é isto: a arte da jardinagem aplicada ao mundo inteiro. Todo político deveria ser jardineiro. Ou, quem sabe, o contrário: todo jardineiro deveria ser político. Pois existe apenas um programa político digno de consideração. E ele pode ser resumido nas palavras de Bachelard: "O universo tem, para além de todas as misérias, um destino de felicidade. O homem deve reencontrar o Paraíso."
Escrevo? Logo respiro Que a vida só é verdade Nos grandes atos de amor E escrevendo, expondo a alma Passa a raiva, chega a calma E até o sono é melhor... Escrevo e fico feliz Por tudo o que aparece Neste branco onde o matiz Fala da vida, da dor Das vielas do amor Das veias da dor serena; Escrevo e tudo me esquece Tudo mais é acessório Que o mundo só acontece Nesse momento ilusório Em que nasce O Poema! O resto, pode ser luz Pode ser água salgada Pode até ser ribeirinho A fazer o seu caminho No tempo da enxurrada, Mas não será mais que isso... Acessório e mais nada; Porque só o Poema importa Só ele me abre a porta À plena felicidade Só ele tem o condão De me levantar do chão E de me dar liberdade! Só ele traz a fragrância que vive em mim e é distância No mundo largo da vida Só ele é paz e é calma Doce bálsamo da alma (pássaro de asa ferida). E o Poema chegado Não há tempo, nem pecado Que não tenha remissão Pode mesmo ser algema Pode até ser escravidão Mas é uma janela aberta Na mente, sempre desperta Porque é libertação; Escrevo, logo respiro! Escrever e respirar São o mesmo para mim; Não importa qual o tema Respirar está no Poema Como o Poema em mim!... ~Aline Martins Dedico àquele que esta noite me inspirou a fazer de minhas palavras meu castelo sem barreiras, minha magia.
Morre lentamente - Pablo Neruda Morre lentamente quem se transforma em escravo do hábito, repetindo todos os dias os mesmos trajetos, quem não muda de marca, não se arrisca a vestir uma nova cor ou não conversa com quem não conhece. Morre lentamente quem faz da televisão o seu guru. Morre lentamente quem evita uma paixão, quem prefere o negro sobre o branco e os pontos sobre os “is” em detrimento de um redemoinho de emoções, justamente as que resgatam o brilho dos olhos, sorrisos dos bocejos, corações aos tropeços e sentimentos. Morre lentamente quem não vira a mesa quando está infeliz com o seu trabalho, quem não arrisca o certo pelo incerto para ir atrás de um sonho, quem não se permite pelo menos uma vez na vida, fugir dos conselhos sensatos. Morre lentamente quem não viaja, quem não lê, quem não ouve música, quem não encontra graça em si mesmo. Morre lentamente quem destrói o seu amor-próprio, quem não se deixa ajudar. Morre lentamente, quem passa os dias queixando-se da sua má sorte ou da chuva incessante. Morre lentamente, quem abandona um projeto antes de iniciá-lo, não pergunta sobre um assunto que desconhece ou não responde quando lhe indagam sobre algo que sabe. Evitemos a morte em doses suaves, recordando sempre que estar vivo exige um esforço muito maior que o simples facto de respirar. Somente a perseverança fará com que conquistemos um estágio esplêndido de felicidade. Pablo Neruda
De que raças sou, fui e serei? De que cores e credos, de que sortes? Quantas vidas vivi e viverei? Morri e morrerei de quantas mortes? Quantos amores e sonhos e esperanças Quantos desesperos, quantas dores Fui Mãe ou Pai, de que crianças? E quantos os tormentos, os horrores? Quantos filhos chorei, em tantas guerras? Quantos filhos criei e fui feliz? Quantos corpos, quantas águas, quantas terras Toquei, beijei, amei e fui raíz? E quantas vezes ainda, pra me dar? Quantas vidas ainda a renascer? Quantas bocas, ainda, pra beijar? Quantas mortes, ainda, pra morrer? Entanto, conformada, canto o fado A sina, a missão, a dor que berra E tenho mariposas a meu lado Feitas, como eu, de Amor e Terra!...
O AMOR É LIBERDADE E URGÊNCIA Que mistérios se enroscam nas árvores da tua memória?! Que delícias se perdem nos musgos da tua alma? Que mariposas brancas andarão saltitando de girassol em girassol no jardim da tua existência?! Cada vida um jardim tantas vezes sem flores ou um barco sem remos ou um rio sem pontes... e se o caudal é forte, como atravessá-lo? Melhor ficar olhando e sonhando na outra margem e viver, imaginando como seria esta vida, ambos, do mesmo lado do rio... a magia das palavras no entanto, transporta-nos além, dos rios sem pontes cujas margens se desvanecem, como a névoa, quando o sol acorda... e não importa o que somos nem como somos, o que amamos ou desejamos porque só o amor importa: o amor e nada mais! E o AMOR, com maiúsculas não precisa de pontes, porque dentro dele tudo é existência tudo é ser e não ser; o AMOR, precisa somente do seu jardim interior dos seus girassóis de segredos, das suas mariposas brancas de esperanças, dos seus musgos de recordações, para existir e nos fazer felizes! Abençoado AMOR prenhe de vivências, que nos faz amar serenamente "amar, só por amar, como diria " a um, a outro, a muitos, esta, outra e muitas outras vezes, de modo igual e a cada um diferenciadamente mas com a mesma intensidade. Por isso é urgente a Liberdade como o AMOR é urgente!...
|  | realmente um momento atemporal, cheio de risos e surpresas, que todos lembraremos com muito carinho e tentaremos repetir, fazendo o melhor que pudermos.
Rimos muito, trocamos palavras, assustamos na janela, olhamos atlas, contamos histórias, choramos e rimos ao mesmo tempo, foi tudo muito especial, e o mais legal é que o tempo que normalmente voaria, passou devagar para que pudessemos aproveitar!
Que venham os proximos! |
There was no denying it, for the first time in many years I was being visited by a Goddess from another land. Isis had always been a Goddess who had inspired me, but I had never written a song for her until this time. I had just bought a new mandola and was 'noodling' around with it, just playing around with notes, when this middle-eastern style riff came from out of nowhere. I continued playing, and it was like it had a life of its own, moving into a very nice key change - the Awen was flowing, and a song was on the way.... I put the mandolin down, and went to one of my altars to collect my figure of Isis - she is standing, one winged-arm outstretched, the other pointing to the ground. I placed her in on the table in front of me, and continued to play the tune. Before long the words were flowing, and her story was being told - from the game that formed her, to the reconstruction of Osiris, I saw a shadow formed by the light of the full moon, and within that shadow I watched as Set emerged from the darkness. I saw a coffin, floating down the nile, I saw her tears of joy falling onto the desert sand, bringing new live from the barren soil. I was exhausted when it was done, but also very much at peace - a story told, a Goddess honoured. (Damh the Bard) if you like the lyrics try listening to the song at...
Isis Unveiled Play the game create the time, With every move and line, Jackal God against the Moon, And the game will be over soon. Can you hear the Earth sighing? As he turns towards the sky, The time of Ra is ending, And the Sun begins to die. Chorus Can you feel it changing? Can you see her in the night? Can you feel it changing? Sky and Earth they are as one, Conceive daughter and sons, Sister, lover, Goddess, Queen, Mother to every living being, Your light creates a shadow, As you show your face unveiled, Your brother Set betrays you, There’s a coffin on the Nile. Fourteen pieces to the wind, To all parts of the land, Scattered widely she will find, And make a lover from her hands, The rain, her tears of gladness, Fall to the fertile ground, And Set caught in his madness, To the desert he is bound.
Impressionante como as pessoas passam por um periodo silencioso após ver este vídeo pela primeira vez...esta propaganda INSPIRADORA criada pela agencia brasileira Demi9 - DDB nos faz pensar por dias!
Hi Friends..Wear sunscreen! If I could did a advice related to the future, I "If I could give an advice in relation to the future, I would say: They use solar filter"(...) Thus starts one of the texts more beautiful than already I read, and it is inside of this spirit that I invite to who to want to change ideas, experiences, and messages of life, love, happiness, as of the "Filtro Solar".
Import.flv (17.0 MB)
leiam, e se gostarem, aproveitem o vídeo na área de vídeo, para dar agua na boca daqueles que não foram ainda em um show!Sintaxe À Vontade
O Teatro Mágico
Composição: Fernando Anitelli
"Sem horas e sem dores
Respeitável público pagão
Bem vindo ao teatro mágico!
sintaxe a vontade..."
Sem horas e sem dores
Respeitável público pagão
a partir de sempre
toda cura pertence a nós
toda resposta e dúvida
todo sujeito é livre para conjugar o verbo que quiser
todo verbo é livre para ser direto ou indireto
nenhum predicado será prejudicado
nem tampouco a vírgula, nem a crase nem a frase e ponto final!
afinal, a má gramática da vida nos põe entre pausas, entre vírgulas
e estar entre vírgulas é aposto
e eu aposto o oposto que vou cativar a todos
sendo apenas um sujeito simples
um sujeito e sua oração
sua pressa e sua prece
que a regência da paz sirva a todos nós... cegos ou não
que enxerguemos o fato
de termos acessórios para nossa oração
separados ou adjuntos, nominais ou não
façamos parte do contexto da crônica
e de todas as capas de edição especial
sejamos também o anúncio da contra-capa
mas ser a capa e ser contra-capa
é a beleza da contradição
é negar a si mesmo
e negar a si mesmo
é muitas vezes, encontrar-se com Deus
com o teu Deus
Sem horas e sem dores
Que nesse encontro que acontece agora
cada um possa se encontrar no outro e o outro no um
até porque...
tem horas que a gente se pergunta...
por que é que não se junta
tudo numa coisa só?
De ontem em diante serei o que sou no instante agora
Onde ontem, hoje e amanhã são a mesma coisa
Sem a idéia ilusória de que o dia, a noite e a
madrugada ]
[ são coisas distintas
Separadas pelo canto de um galo velho
Eu apóstolo contigo que não sabes do evangelho
Do versículo e da profecia
Quem surgiu primeiro? o antes, o outrora, a noite ou o dia?
Minha vida inteira é meu dia inteiro
Meus dilúvios imaginários ainda faço no
chuveiro!
Minha mochila de lanches?
É minha marmita requentada em banho Maria!
Minha mamadeira de leite em pó
É cerveja gelada na padaria
Meu banho no tanque?
É lavar carro com mangueira
E se antes um pedaço de maçã
Hoje quero a fruta inteira
E da fruta tiro a polpa... da puta tiro a roupa
Da luta não me retiro
Me atiro do alto e que me atirem no peito
Da luta não me retiro...
Todo dia de manhã é nostalgia das besteiras que
fizemos ontem
(Fernando Anitelli)
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